É curioso que os professores não contestam a ministra naquele que é o tal erro estratégico que eu mencionei e que passo a enunciar: a necessidade de alterar drasticamente a metodologia de gestão nas escolas nomeadamente descentralizando e consequentemente esvaziando a bolha burocrática centralista do Ministério.
É igualmente curioso que a essência do argumentativo "anti-manifestação" oblitere as asneiras mais visíveis do Ministério, vidé a uniformização forçada, a nível nacional, dos parâmetros de avaliação, as desgraçadas decisões relativas ao ensino de deficientes e ao ensino da música e as dificuldades de estabelecer parâmetros claros na política dos manuais escolares e na implementação dos exames como instrumento de avaliação dos alunos (e já agora dos professores).
Não está fácil para o Engº Técnico... sobretudo depois do tiro no pé que eu considero ter sido a demissão de Correia de Campos.
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